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Work ID number | BITAGAP texid 2455 |
Authors | Diogo |
Incipit & Explicits | texto: Não se espera outro remédio [D 574 -01] |
Text Type: | Poesia |
Associated Persons | Feita a: Beatriz de Vilhena (D.) a Perigosa (Nascimento 1498 ca.) |
Associated Texts | texid 2465 Afonso de Ataíde, alcaide-mor de Coimbra, “Se fôsse em nossa eleição [D 574 -11]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2493 Alonso Pacheco, “Para vos louvar melhor [D 574 -39]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2485 António da Cunha, “Grão perigo é não a ver [D 574 -31]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2467 António de Almeida, contador-mor, “Estes perigos vos dão [D 574 -12]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2459 António de Noronha, capitão de Ceuta, “Digo-vos minha tenção [D 574 -05]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2463 Diogo Lobo da Silveira, 2o barão de Alvito, “Vosso mal é tão sem cura [D 574 -09]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2495 Diogo, “Este remédio que temos [D 574 -41]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2456 Diogo, “Não quero que possa ser [D 574 -02]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2487 Francisco de Sousa, cavaleiro fidalgo, “Esta dúvida era já [D 574 -33]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2488 Francisco de Viveiro, “Este é o cabo dos louvores [D 574 -34]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2489 Francisco de Viveiro, “Novos modos de dizer [D 574 -35]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2491 Garcia de Resende, “Por não cair em certeza [D 574 -37]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2490 Garcia de Resende, “Quem a vir não pode ver [D 574 -36]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2478 Jerónimo de Eça, “Meu mal remédio não tem [D 574 -24]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2457 Joana de Mendoça, “Por acudir ao rifão [D 574 -03]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2458 Jorge Barreto, “O perigo bem olhado [D 574 -04]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2476 João Fogaça, vedor da casa régia, “Quem louvar e quem disser [D 574 -22]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2479 João Rodrigues de Sá [de Meneses], alcaide-mor do Porto, “A quem se meteu em bando [D 574 -25]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2480 João Rodrigues de Sá [de Meneses], alcaide-mor do Porto, “Que remédio tomaria [D 574 -26]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2461 João da Silva de Meneses, Mordomo-mor, “Este remédio tomado [D 574 -07]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2481 João da Silveira, trinchante, “Tomai a minha vontade [D 574 -27]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2464 João de Alarcão, “Tornar-se de morte à vida [D 574 -10]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2470 Luís da Silveira, 1o Conde de Sortelha, “Mui mau remédio vos vejo [D 574 -16]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2469 Luís de Meneses, Monteiro-mor, “Ó que vida tem quem vive [D 574 -15]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2494 Maria de Bobadilha, “Isto não mo agradeçais [D 574 -40]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2462 Martinho de Castelo Branco, 1o Conde de Vila Nova de Portimão, “De seus remédios não sei [D 574 -08]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2482 Nuno da Cunha, 9. Governador da Índia, “As dúvidas que nos dais [D 574 -28]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2468 Pedro de Almeida, “Nenhum remédio não vejo [D 574 -14]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2466 Pedro de Almeida, “Para aqui poder viver [D 574 -13]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2460 Pedro de Meneses, 2o Conde de Alcoutim, “Pois o vosso mal tomamos [D 574 -06]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2484 Pero do Sem, “A ela nós socorramos [D 574 -30]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2483 Pero do Sem, “Não me atrevo a gabar [D 574 -29]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2471 Rodrigo Lobo, “De tão grande e tal cuidado [D 574 -17]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2472 Rodrigo Lobo, “Está mui aventurado [D 574 -18]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2477 Sancho de Sousa, “Senhora a quem eu servira [D 574 -23]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2475 Simão de Miranda, “O remédio dos vencidos [D 574 -21]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2474 Simão de Sousa, “O que se na vida mais preza [D 574 -20]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2473 Simão de Sousa, “Tormento que atormenta assim [D 574 -19]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2486 Álvaro Fernandes de Almeida, “O remédio é incerto [D 574 -32]” (tr. Beatriz de Vilhena) texid 2492 Álvaro de Abranches, “Isto se me deve crer [D 574 -38]” (tr. Beatriz de Vilhena) |
References (most recent first) | Editado em: Ramos (2000), Ao longo desta ribeira. Colectânea poética, com notas biográficas e genealógicas de D. Luís da Silveira, senhor de Góis 89 [edição em ortografia corrente] |
Subject | Poesia - Incipit Poesia - Após 1350 - Colecções - Cancioneiro Geral |
Number of Witnesses | 1 |
ID no. of Witness | 1 cnum 3297 |
City, library, collection & call number | Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal, Res. 110 A (BITAGAP manid 1013) |
Imprint | Almeirim/Lisboa: Hermann von Kempen, 1516-09-28 |
Location in witness | f. 147r |
Title(s) | Diogo, “Não se espera outro remédio [D 574 -01]” (tr. Beatriz de Vilhena) DE dom diguo filho do marq̃s aa senhora dona briatiz de vilhana a que ele chamaua a periguosa. Rifam |
Incipit & Explicits | texto: Nam s'espera outro rremedio glosa: Aquisto milhor me vem |
Poetic Stanza | 1 x 4, 1 x 7 |
References | Resende et al. (1990-2003), Cancioneiro Geral 3:143 , n. 574 (a) Resende et al. (1973-74), Cancioneiro Geral 2:69 , n. 574 |
Record Status |
Created 1989-04-01 Updated 2021-06-25 |